sexta-feira, 1 de junho de 2012

MIPCPE - RESULTADO DA MARCHA AO CAMPO DA PRINCESAS



SAIBA MAIS

Governador anuncia implantação do Plano Nacional de Segurança Pública em Alagoas


O governador Teotonio Vilela Filho anunciou, nesta quinta-feira (31), que o Governo Federal lançará em Alagoas, nos próximos 15 dias, o Plano Nacional de Segurança Pública. O anúncio foi feito durante entrevistas aos programas Bom Dia Alagoas, da TV Gazeta, e Jornal da Pajuçara Manhã, da TV Pajuçara, onde também foi anunciada a realização de concurso público para a Polícia Militar.
Para alinhar os detalhes do lançamento do plano nacional, o governador deverá ir a Brasília na próxima semana para novos encontros de trabalho nos ministérios da Justiça e da Casa Civil, onde esteve na terça (29) e na quarta-feira (30), e recebeu garantias da ajuda do Governo Federal para as ações de combate à criminalidade no Estado de Alagoas.
O governador informou, nas entrevistas, que parte das ações do plano que será lançado em Alagoas foi definida há um ano, durante encontro que trouxe autoridades nacionais da segurança ao Estado. Desde então, o Governo tem mantido interlocução constante com a União, que acompanha o desempenho do Estado nas ações de segurança.
“A partir desse colóquio, ficou muito claro para todos que Alagoas tem tomado uma série de medidas acertadas, mas também que o Estado não tem condições de ir além sem o apoio do Governo Federal. O próprio ministro da Justiça [José Eduardo Cardozo], naquela época, disse que Alagoas seria o estado piloto, o estado prioritário para implantação de uma política de segurança nacional”, afirmou Teotonio.
Ele disse que no encontro ficaram definidas as atribuições do Estado e da União no combate à violência e que o Estado tem feito o “dever de casa”, cumprindo com o que foi acertado. "Implantamos seis bases de Polícia Comunitária; precisamos de 36 para o Estado inteiro, mas para isso necessitamos de pessoal; por isso faremos concurso agora em julho para a Polícia Militar, Polícia Civil e peritos. Implantamos a Ronda Cidadã. Fizemos a licitação e estamos implantando brevemente o videomonitoramento, e licitamos as obras do IML”, informou o governador.
A “gota d’água”
Questionado sobre os efeitos das ações de combate à violência e a mobilização social dos últimos dias, após o assassinato do médico José Alfredo Vasco Tenório, o governador lamentou os altos índices de violência e disse que o acontecimento foi “a gota d’água” que o impulsionou a ir a Brasília, esta semana, cobrar o apoio pactuado com o Governo Federal.
Ele contou que há 20 dias havia informado à presidenta Dilma Rousseff o andamento das ações do Estado, lembrando a necessidade do apoio mais efetivo da União. “Eu disse: ‘Presidenta, tudo o que nos foi pedido, nós fizemos’. Na segunda-feira, depois do assassinato do doutor José Alfredo, que foi a gota d’água nesse processo, criou uma comoção justificada, legítima, no Estado inteiro, eu liguei para a presidenta Dilma e falei: ‘Presidenta, passou da hora de colocarmos em Alagoas o projeto do plano piloto de segurança nacional'”.
O governador afirmou que a presidenta o convidou a ir a Brasília para se reunir com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, com os quais foram definidas, nos últimos dias, as ações do plano, que segundo o governador, terá ações emergenciais, de caráter ostensivo, semelhantes às que resultaram na pacificação dos morros mais violentos do Rio de Janeiro, com foco no combate ao crack e outras drogas.
Ação conjunta
“É uma ação conjunta de todas as forças do Governo Federal, com o esforço do Governo do Estado, na área da emergência, mas também muitas ações estruturantes de médio e longo prazo. A ação do Plano Piloto de Segurança Nacional, que será implantado para o Brasil inteiro, iniciando em Alagoas, é focada na segurança pública e no combate ao crack, porque 90% dos homicídios e da criminalidade em Alagoas decorrem do crack”, declarou o governador.


Ele reafirmou que a parceria do Estado com o Governo Federal é pautada na credibilidade das ações administrativas. “As medidas que nós tomamos aqui, de colocar a polícia para trabalhar, desde os primeiros dias de governo, para trabalhar com independência, com isenção para fazer justiça, com seriedade nos trabalhos, nos credenciou – a Polícia Civil, a Polícia Militar – a fazer um trabalho conjunto com a 17ª Vara, o Gecoc, do Ministério Público, quando houver necessidade, com a Polícia Federal, onde constitucionalmente couber, com o próprio Exército, porque existe confiança na seriedade de todo o comando das polícias e na isenção do próprio governador de fazer valer a Justiça, doa a quem doer”.
Mobilização permanente
Sobre as ações práticas e mais imediatas para garantir a segurança dos alagoanos, o governador informou que tem trabalhado com todos os poderes e instituições ligadas à área de segurança, com quem teve várias reuniões nos últimos dias. “A mobilização é permanente. Estamos muito focados nisso, eu tenho me reunido com todos os dirigentes dos poderes, para interagir, para pedir sugestões, para que nós possamos trabalhar todos de mãos dadas e avançar. Alagoas fez uma base que agora tem o reconhecimento do Governo Federal de que chegou o momento de fazer. Nós vamos, finalmente, dar um passo adiante”.
Teotonio Vilela anunciou que voltará a Brasília na próxima semana para detalhar o lançamento do plano, que, informou, já obteve o aval da Presidência da República. “A presidenta Dilma deu o OK ao projeto. Estamos tratando de detalhes. Amanhã [sexta-feira 1º], o pessoal do Ministério estará aqui em Maceió, onde passará o dia inteiro trabalhando nisso; na segunda-feira (4), eu próprio irei a Brasília e terei nova reunião de trabalho com o ministro Eduardo Cardozo, e no dia 14 ou 15 de junho, o ministro virá a Alagoas, em nome da presidenta Dilma, acompanhado de alguns ministros que vão interagir com esse projeto, para anunciar as ações de curto, médio e longo prazo”, disse o governador.
Fonte: Aqui Acontece

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Após passeata, policiais civis de PE se reúnem com secretário estadual



Categoria promoveu, nesta quinta, greve de advertência nas delegacias. Entre outros pontos, eles pedem aumento de salário e reforço no quadro.

Representantes dos policiais civis de Pernambuco participaram de uma reunião, no início da noite desta quarta-feira (30), com o secretário executivo da Casa Civil, Marcelo Canuto. A conversa aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo do Estado. Os policiais realizaram uma passeata de mobilização durante a tarde, como parte de uma paralisação de advertência de todas as delegacias, por 24 horas, até a meia-noite. A partir desta quinta (31), o atendimento volta ao normal.
A caminhada partiu da sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), na Avenida Cruz Cabugá, em direção à Praça da República, passando pela Avenida Conde da Boa Vista, Parque 13 de Maio e Rua da Aurora. Segundo informações do Sinpol-PE, cerca de mil agentes participaram da manifestação, entregando cartas à sociedade. Houve princípio de congestionamento no trânsito, que foi regularizado sem maiores problemas.


Ainda de acordo com a assessoria do Sinpol-PE, na pauta da reunião com a Casa Civil esteve a entrega de um dossiê com a situação das delegacias do Estado, o ranking nacional de salários da categoria e as demais reivindicações. O presidente do sindicato, Cláudio Marinho, informou que solicitou ao governo a abertura de negociação. "Os principais problemas contidos no dossiê entregue à Casa Civil são o excesso de trabalho, pressão e perseguição aos policiais", disse. Marinho afirmou ainda que também foram discutidas, na reunião, as condições de trabalho dos policiais militares.

Durante a greve de advertência, foram mantidos apenas os serviços essenciais das delegacias do Recife e interior de Pernambuco.

Polícia Civil ameaça parar na abertura do São João de Caruaru, Gravatá e Vitória



Os policiais civis de Pernambuco fazem, nesta quarta-feira (30), uma paralisação de 24 horas. Os manifestantes organizam ainda para esta quarta-feira uma caminhada. A ação está prevista para as 14h, com saída do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE). A mobilização atinge os serviços prestados pelos agentes policiais e os de funções correlatas, como escrivões e peritos. Eles reivindicam, entre outras coisas, o pagamento de hora extra. Por isso, a categoria ainda ameaça fazer uma nova parada na abertura do São João de Caruaru, programada para este sábado (2).
Fora isso, os agentes ameaçam parar também no início das festas juninas de Gravatá, programada para o dia 8 de junho, e também de Vitória de Santo Antão, no dia 12 de junho. De acordo com o presidente do Sinpol, Cláudio Marinho, a categoria está insatisfeita com as condições de trabalho e com reajuste salarial. “Temos prédios em péssimas estado de conservação, falta de equipamento de proteção, de efetivo, além de más condições de trabalho”, explica Marinho.
Segundo Marinho, as negociações começaram em março, mas só em maio obtiveram alguma resposta do Governo do Estado. “Ano passado, as transações não avançaram e ficaram para 2012. E agora, só recebemos um comunicado falando que não iríamos receber aumento”, concluiu o presidente.
Os agentes pretendem entregar ao governador Eduardo Campos um relatório com as condições de 120 delegacias de Pernambuco, além de um mapa de efetivo policial no Estado e um ranking com os salários de todos os estados brasileiros, segundo esses dados, o policial civil de Pernambuco tem o 20° piorsalário. A assessoria da Polícia Civil não se pronunciou sobre o assunto.

Polícia Civil de Pernambuco pára em todo o Estado nesta quarta-feira




As delegacias estão precárias em todos os sentidos, denuncia Cláudio Marinho, do Simpol.

Os Policiais Civis de Pernambuco realizam, a partir da 0h desta quarta-feira (30), uma paralisação de 24h. Todas as delegacias do Estado vão interromper o atendimento, apenas sendo garantidas as atividades essencias e emergenciais - lavratura de flagrantes, condução de presos aos presídios e casas de detenção, levantamento cadavérico no local do crime e liberação de cadáver no Instituto Médico Legal (IML).
Entre os pontos que estão na pauta de reinvidicações estão melhores condições de trabalho, reposição salarial e o pagamento de hora extra e adicional noturno. De acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), Claúdio Marinho, "para compensar as horas extras são dadas diárias ou o agente participa do programa de jornada extra, no qual é pago R$ 4,47 por hora trabalhada, quando deveria ser pago R$ 20,33, de acordo com a legislação vigente", conta.
A mobilização terminará com uma passeata programada para as 14h saindo da sede do Sinpol, no bairro da Santo Amaro, em direção ao Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo, para entrega de documento com as principais reinvidicações e dossiê produzido pelo Sinpol, com análise da situação de 120 delegacias do Estado. "As delegacias estão precárias em todos os sentidos, algumas não possuem nem vasos sanitários", afirma o presidente.
Os policiais ainda solicitam melhores condiçoes das viaturas policiais, para evitar problemas como o que aconteceu em Caruaru na última sexta-feira (25), quando uma investida de três homens contra um carro da Polícia Civil, acabou deixando um detento morto e outro ferido. O caso ocorreu a duas quadras da Delegacia do município após a unidade deixar o local. "O carro utilizado para mobilizar os presos era um Gol, sem xadrez, expondo todos os que estavam dentro do veículo", explica Claúdio Marinho.
SERTÃO - Em Petrolina, uma mobilização com todos os policiais civis da região será realizada a partir das 15h em frente à Delegacia do bairro Ouro Preto.

domingo, 27 de maio de 2012

PF lançará editais para cargos de delegado, escrivão e perito


Em alguns dias, a PF deve divulgar editais do concurso para 600 vagas de escrivão (350 vagas), delegado (150) e perito (100), com uma remuneração de até R$ 13.672. O prazo para a publicação dos documentos vai até o dia 12 de junho, mas também ainda há chances dele acontecer este mês de maio. As oportunidades serão para lotação nas fronteiras. Para que isso ocorra, basta que o Ministério da Justiça aprove em tempo hábil o pedido de dispensa de licitação para contratar o Cespe/UnB para organizar o concurso. A estimativa é que os editais possam ser divulgados cerca de uma semana após a contratação da organizadora.
O cargo de escrivão tem requisito de ensino superior em qualquer área e proporciona inicialmente o salário de R$ 7.818, sendo já incluído o auxílio-alimentação de R$ 304. Para delegado, a exigência é o bacharelado em Direito e, para perito, formação superior em área especificada em edital. Para ambos, a remuneração inicial é de R$ 13.672 juntamente com o auxílio-alimentação.

180 graus

DELEGADOS.com.br

Jornal do Commercio Grande Recife // mobilização Policiais civis resolvem paralisar atividades no dia 30 deste mês de MAIO/2012



Categoria reivindica melhorias salariais e alegam
sobrecarga de trabalho
Foto: Clemílson Campos/ JC Imagem
Os policiais civis de Pernambuco decidiram na noite desta quinta-feira (17) realizar uma paralisação de 24h na quarta-feira (30). A categoria irá cruzar os braços das 0h até a meia-noite. Neste dia, os policiais irão se concentrar às 14h em frente ao Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE), no bairro de Santo Amaro, de onde seguirão em passeata até o Palácio do Campo das Princesas, no bairro de Santo Antônio, ambos na área central do Recife. Durante a passeata os policiais vão distribuir uma carta aberta à população contando sobre a falta de estrutura das delegacias do Estado e explicando as reinvidicações da categoria. Entre as reclações dos policiais estão a péssima condição de trabalho e a carga horária excessiva, hoje de 40 horas semanais.
Segundo a categoria a carga horária era de 30 horas semanais até ser ampliada em 10 horas. Mas, de acordo com os policiais, não foi realizado um acréssimo salarial ou no ticket alimentação. Além disso, o presidente do Sinpol-PE, Cláudio Marinho, disse que os policiais pedem o fim do programa de jornada extra que reduz o pagamento das horas extras trabalhadas de R$ 22,33 para R$ 4,47. Eles denunciam ainda que o valor referente aos adicionais norturnos também não vem sendo pago.
Entre as reinvidicações está a retomada das negociações para a melhoria do piso salarial do policial civis do Estado, que hoje está em 20º no ranking dos melhores salarios do País, com o saldo inicial de R$ 2.440. A categoria pede a equiparação com o salário dos agentes do estado de Sergipe que recebem R$ 4.150, o segundo melhor do País.
De acordo com Cláudio Marinho, o governo informou que não iria mais negociar o aumento salarial no último dia 5 de maio, ficando apenas aberto para as negociações de questões administrativas, o que segundo os agentes também não aconteceu. Por fim, a categoria reclama da cobrança excessiva pelo alcance das metas do pragama Pacto pela Vida.

Greves de professores, como e quem mobilizar: uma proposta de debate


Por Robson Fernando de Souza
para o Acerto de Contas

Nas greves de professores, desde os da Educação Infantil até os das pós-graduações, incluindo instituições públicas e privadas, geralmente vemos o mesmo método sendo usado: mestres interrompem seus trabalhos por tempo indeterminado, param o funcionamento da escola e deixam seus alunos em casa. Esse modelo de mobilização docente, apesar de tão tradicional e largamente usado nos momentos críticos, tem falhas e vacilos e por isso merece algumas críticas e sugestões de mudança, a serem debatidas, que faço abaixo.
Eu divido essas falhas em efeitos colaterais éticos e subestimações. Ambas relativas à atitude de deixar totalmente de lado os alunos, potenciais aprendizes de cidadãos, e atingi-los na prática muito mais do que aos próprios alvos das mobilizações – os diretores/proprietários das escolas e faculdades, no caso das instituições privadas, e o governo, no caso das públicas.
A consequência colateral ética eu posso resumir em uma frase nominal: alunos mais prejudicados do que os patrões.
Os estudantes são verdadeiros reféns “sob poder” dos grevistas, os reais prejudicados pelas paralisações. Ficam sem aulas, têm o calendário escolar ou acadêmico deformado – podendo ficar sem férias e mesmo ser obrigados a cursar improvisadamente três semestres num único ano –, são relegados ao ócio e, no caso de graduandos e pós-graduandos, têm suas chances de estágio e emprego diminuídas pelo adiamento da conclusão do curso – podendo até perder oportunidades pendentes (incluindo concursos públicos) pelo timeout em defender o TCC e dar entrada no diploma.
Sem falar que parte significativa dos alunos, parcela costumeiramente sedentária e caseira, podem ser prejudicados em sua vida social – muitos contam com a escola ou faculdade para se manter em contato com colegas, amigos e paqueras –, ainda mais quando são novatos/calouros.
Nessa situação, o que faz os patrões ou o governo cederem é, muitas vezes, mais a misericórdia que estes acabam tendo pelos discentes do que a pressão que a sociedade exerce em solidariedade aos mestres ou o adiamento do pagamento da mensalidade.
E nisso há o segundo ponto negativo principal aqui comentado: a subestimação do potencial cidadão dos alunos pré-adolescentes, adolescentes e adultos. Ao se fazer uma greve convencional, estes são deixados em casa, à revelia de toda a mobilização, alienados do movimento e da própria realidade dos seus professores.
Deixa-se de fazer uma campanha forte de conscientização e debate dirigida aos estudantes e aos pais deles, sobre as péssimas condições da educação básica e superior no Brasil, e de incluí-los na mobilização, uma vez que muitos adorariam ser convidados por seus mestres a participar de um movimento cidadão de pressão política, mas não recebem qualquer convite ou encorajamento.
Esquece-se também que os alunos sofrem diretamente as consequências das más condições de trabalho e remuneração dos docentes e da precariedade da infraestrutura escolar/universitária, logo teriam grande valia como coparticipantes de mobilizações. É também por causa da situação sofrida dos professores e das privações físico-materiais da escola onde estudam que tantos estudantes hoje em dia se degeneram à alienação sociopolítica, ao não exercício da cidadania, ao não uso completo das faculdades racionais (questionamento de “verdades” enunciadas, senso crítico-filosófico etc.) e até mesmo à indisciplina e criminalidade.
Greves docentes são oportunidades douradas perdidas de juntar professores e alunos em torno da causa da educação digna. De transformar a instituição de ensino num lugar onde se ensina não só conhecimentos didáticos, mas também a cidadania e a democracia. De estender o ensino, aliás, às ruas onde se fazem protestos. De juntar numa coisa só a escola concreta, dotada de paredes, salas e pátios, e a escola abstrata da vida.
Em cada nova greve, há uma chance de testar a eficácia da mobilização conjunta docente-discente. Mas essas oportunidades acabam desperdiçadas, e assim ficamos sem saber se essa estratégia funcionará melhor ou pior do que o método convencional de paralisação. Nessa metodologia sugerida, as aulas ainda ficariam suspensas, mas os alunos voluntários não estariam mais ociosos, alienados da campanha reivindicativa de seus mestres. Estariam sim em atividade alternativa, aprendendo, talvez junto a seus pais ou responsáveis, a ser cidadãos cobradores de direitos, não mais sendo passivamente prejudicados e tratados como reféns.
As paralisações exclusivamente professorais nas escolas e universidades podem até funcionar (limitadamente) na maioria das ocasiões, forçando aumentos salariais, investimentos em melhorias físico-estruturais e materiais e mais contratações de mestres. Mas os efeitos colaterais nos alunos são muito severos, a ponto de se tornarem eticamente questionáveis. E além disso não se sabe se mobilizações conjuntas unindo educadores e educandos num só conjunto de causas e reivindicações é algo que dá certo ou não, porque sequer se tenta isso de forma sistemática.
O que se espera, afinal, para tentar ou mesmo debater essa nova metodologia mobilizacional, abatendo-se o egoísmo de causa e incitando partes importantes de nossa majoritariamente despolitizada juventude ao exercício ativo e máximo da cidadania e das faculdades democráticas?
Robson Fernando de Souza 
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Greve das Federais promete ser longa


Pierre Lucena   Postado em: Educação
professores em greve
Desde 2005 a palavra greve não existia nas Universidades Federais. A aparente calmaria se deveu à uma maior disposição do Governo Lula para o diálogo, e também pelo reconhecimento de que era uma das piores carreiras da estrutura federal de Governo.
O Governo Lula tomou a decisão de resolver os problemas salarias de algumas categorias, em especial às atividades-meio, como AGU, CGU, etc., mas deixou de fora quem está na ponta, como os professores e médicos.
Mesmo assim, acordou que seria resolvido em uma fase posterior, mas ainda no seu Governo.
Acordou um reajuste emergencial em 2007, e que em 2010 uma nova carreira seria discutida, já que carreiras semelhantes já teriam sido resolvidas.
Apenas para situar o que aconteceu, vale a pena ver os dois gráfico de um estudo que fiz, mostrando que hoje os professores ganham menos que no ano de 1998, durante o Governo FHC, quando descontada a inflação.
Gráfico 1 – Salário nominal das carreiras, desde 1998.
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Gráfico 2 – Salário real das carreiras com Base 100, descontada a inflação desde 1998.
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Voltando ao ponto, apenas para explicar.
Em 2003, ganhávamos R$ 200,00 a mais que um pesquisador do IPEA com Doutorado (salário inicial). Hoje entramos ganhando menos R$ 5,5 mil do que o pesquisador do IPEA.
Chegou 2010 e Lula desconversou. Jogou o problema para 2011 e o Governo Dilma.
Este, por sua vez, para evitar a greve em 2011, acordou que até março de 2012 equipararia a carreira com o Ministério da Ciência e Tecnologia, e daria um aumento emergencial de 4% também para março, mesmo sabendo que este período de inflação (2 anos) representaria uma perda de aproximadamente 11%.
Houve toda boa vontade dos professores.
Chegou março, nem mesmo o aumento ridículo de 4% saiu. Carreira então, nem pensar. Apenas parcas discussões em reuniões enrolatórias.
Ao ver o sentimento de greve crescer, o Ministro da Educação Aloisio Mercadante tratou de ir atrás de Dilma para editar uma medida provisória para honrar os 4 % que deveria ter sido dado em março, mas aí já era tarde demais.
O sentimento de insatisfação dos professores era muito grande. Diria insustentável.
A
loisio Mercadante, Ministro  da Educação

Claro que nesta hora o raso argumento de que muitos não merecem aumento aparece (já falei disso aqui no Acerto de Contas.). Inclusive alguns nem mereciam estar pela Universidade, mas a decisão sobre isso está no comportamento estratégico a respeito de educação, não apenas no sentimento do que é justo para o professor. Deve-se pensar no que é importante para o país.
É objetivo do Governo jogar a educação pública superior na mesma lata de lixo que jogaram o ensino básico?
É correto ofertar a quem passou 6 anos fazendo mestrado e doutorado salário inferior a um Policial Rodoviário apenas com graduação?
É essa a estratégia de Universidade do Governo Federal?
Se for, apenas se preocupe em discutir com a comunidade e avise que a partir de agora é cada um por si. Decida que a Dedicação Exclusiva é conto de fadas e oficialize este novo cenário.
Com o histórico salarial das universidades, o que acabou acontecendo é que a maioria dos bons professores, especialmente de áreas mais próximas ao mercado, acabaram se envolvendo em projetos paralelos para compor o salário.
E digo mais, muitos ganhando fora mais do que o próprio salário, seja em bolsas de fomento ou projetos ligados a órgãos públicos e privados.
Com isso, sobrou o vazio dos corredores das federais, ficando por ali apenas os samaritanos competentes ou os encostados incompetentes. O caminho mais objetivo para os mais produtivos é o sumiço das universidades.
O resultado é o péssimo clima organizacional nos departamentos, muitos deles em absoluto conflito de pares, brigando por migalhas de poder e recursos.
Ao contrário de outras greves, esta pode estabilizar e dar um novo rumo às universidades. O que está em jogo é um novo plano de carreira.
É a luta que vale a pena participar.
Voltando à greve
Com este clima de esvaziamento de debates e de pessoas, os professores simplesmente não aparentavam a mínima disposição para o conflito por salários.
Mas uma coisa essencial mudou nas universidades.
Os novos campi e universidades, muitos instalados no interior dos Estados, receberam um grande contingente de professores novos nos últimos 5 anos.
E a maioria destes não têm doutorado, apenas o mestrado.
E com isso recebem salários mais baixos, por volta de R$ 5 mil bruto, mesmo em Dedicação Exclusiva. Depois dos descontos, ficam com R$ 4 mil líquido.
E não estando dispostos a ficar esperando o acaso, resolveram ir à luta.
São eles que encheram as assembleias docentes no país e assumiram o papel que deveria ser de quem é mais experiente e está no comando dos departamentos e centros.
E o Proifes?
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O mais patético nesta história toda é o comportamento pelego do Sindicato Paralelo chamado Proifes.
Para quem não sabe, o Proifes surgiu durante o Governo Lula, com a promessa de dinamizar as negociações, já que o Andes (O Sindicato Oficial) não se entendia para isso.
Confesso que fui iludido e caí nesta conversa. Defendi a criação do Proifes, e errei feio.
Pois bem. Em meio ao furacão da discussão sobre a greve, em pleno 14 de maio, começa a divulgar notas em espanhol, acompanhando um congresso, como se nada estivesse acontecendo.
Como se não existisse um indicativo do Andes para o dia 17 de maio.
Depois desse comportamento surreal, para não dizer esquizofrênico, começou a se esforçar em dizer que não existe greve nas Universidades.
É a pelegagem do Século XXI, atuando via redes sociais.
Reunião com o Governo Cancelada
Na verdade esta história toda que comecei a contar foi para dizer que acabei de saber da notícia que o Governo simplesmente cancelou a reunião marcada para o dia 28 de maio, que iria discutira a carreira.
Ou resolveu endurecer o jogo, como fez com outras categorias, ou resolveu parar para formular uma proposta decente de acordo. Ainda não se sabe.
Fim da greve?
Os meus 22 anos de Universidade (5 deles apenas como aluno de graduação), permitem induzir que esta greve ainda vai demorar um pouco para acabar.
O prazo para envio de proposta orçamentária é dia 31 de agosto.
Salvo algum milagre de comportamento, o Governo vai esticar a corda com os professores até onde pode, e os Sindicatos idem. Este é o prazo em que estou me baseando para o desfecho. Pode até acontecer algo diferente, mas será fora do usual.
Ainda mais porque não é apenas um reajuste salarial que está em jogo, mas o reposicionamento da carreira, que é muito complexa, com seus 21 níveis de progressão.
Na prática muitos professores irão acabar o semestre durante a greve, mas após o fim desta, as Universidades serão obrigadas a reposicionar o calendário, dando as semanas que faltam para este semestre, e ainda um recesso de pelo menos 3/4 semanas para as provas finais e matrícula.
Defendo inclusive que se resolva alguns casos especiais de alunos com viagem marcada (caso dos intercambistas com visto de estudo até julho), já que o início do próximo semestre já está comprometido.
Como faltaria ainda 6 semanas para o fim do semestre, juntando com as 4 de recesso para matrícula e finais, teremos 10 semanas (2 meses e meio) para o início do semestre 2012.2.
Então, em um cenário otimista, com a greve terminando no fim de agosto, o próximo período só terá início na metade de novembro.
Posso até errar, mas o histórico anterior aponta para isso.
O que o aluno deve fazer?
Claro que minha previsão pode se mostrar errada, mas sendo plausível, o aluno deve se programar para tirar suas férias em julho, que será quando os professores que furaram a greve acabarão suas turmas, e o restante ainda estará em greve. E essas “férias” poderão ser prorrogadas até o fim de agosto.
Então não há o que fazer, a não ser se programar.
Em outras palavras, se organize para as férias de julho porque Natal e Carnaval serão no campus. Na pior das hipóteses cancela a viagem do meio do ano se a greve voltar, reprogramando para o recesso de matrícula (as 3/4 semanas que disse).
E antes de pensar que isso só prejudica os alunos, pense que os professores também comprometeram suas férias, além de estarem sendo prejudicados há anos pelo Governo, que nem ao menos se prontifica a discutir seriamente o assunto.
Pelo menos é o que o Governo está demonstrando com o cancelamento da reunião do dia 28 de maio.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

DELEGADOS DE POLÍCIA CIVIL DE PERNAMBUCO INSATISFEITOS COM O GOVERNO, DEFLAGRAM OPERAÇÃO PADRÃO

http://www.blogdoadielsongalvao.com/2012/05/delegados-de-policia-civil.html


Há algumas semanas, os delegados da Polícia Civil de Pernambuco, lotados na 14ª DESEC (Delegacia Seccional de Caruaru), estão insatisfeitos com a falta de estrutura nas delegacias e principalmente com a baixa remuneração de gratificações pagas em escalas extras. 

O que ficou decidido em assembléia realizada no dia 02 de abril, na sede da Adeppe no Recife, foi que os delegados que estavam cumprindo escalas extras nos plantões de Bezerros e Cupira os chamados pluri empregos, entregariam os cargos e assim foi feito. Hoje apenas a Delegacia Regional de Caruaru está funcionando de plantão. Só que com o fechamento temporário dos plantões de Bezerros e Cupira os procedimentos estão sendo levados para a Regional e dessa forma está havendo uma sobrecarga para o delegado do plantão e sua equipe. A demora tem gerado muitas insatisfações de policiais militares e da população que tem sido obrigados a esperar horas para serem atendidos.

O delegado Flaubert Queiroz, presidente da Adeppe (Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco), convocou os delegados lotados na 14ª DESEC para uma reunião em Caruaru, que aconteceu na noite desta quarta-feira (23) na 2ª Delegacia e ficou decidido em consenso que os delegados permanecerão mantendo a operação padrão na Delegacia Regional com todos os plantões de Bezerros e Cupira concentrados no plantão de Caruaru.


O presidente da Adeppe Dr. Flaubert, informou que o impasse continua para obrigar o governo do estado a atender as reivindicações da categoria, para ele a demora do executivo em resolver o entrave, só trará prejuízos ao estado e que os valores pagos aos delegados que tiram escalas extras são irrisórios, ele informou que não está descartada uma greve dos delegados nos próximos dias. Na próxima quarta-feira dia 30, haverá uma marcha para o Recife em mais uma tentativa de se chegar a um acordo com o governo.
O presidente da Adeppe, Dr. Flaubert Queiroz garantiu que se não houver acordo a categoria paralisa as atividades.


População e Polícia Militar aguardando o atendimento na Delegacia Regional, a demora tem irritado principalmente os PM´s que tem que ficar no relento aguardando o procedimento.

“Não vamos mais trabalhar de graça”


Exmos. Srs. Delegados, segue matéria da ADEPPE veiculada em TV Caruaru: 

"Não vamos mais trabalhar de graça"

A categoria está à frente de um movimento que quer alertar o Governo quanto ao trabalho além da carga horária. Eles afirmam ainda que, este ano, não farão hora extra sem receber

Mais de 15 delegados se reuniram em Caruaru, na noite desta última quarta-feira (23), para discutir a jornada de trabalho durante o São João.
Eles estão à frente de um movimento que quer alertar o Governo do Estado quanto ao trabalho além da carga horária e afirmam que, este ano, não vão fazer hora extra sem receber.
"Essas operações que vocês veem na televisão obrigam os policiais e delegados a trabalhar em horário extra. Eles não recebem nada a mais por isso. Desde outubro do ano passado, nós estamos tentando fazer com o governo cumpra lei. Com esta reunião, então, ficou decidido que todos os delegados que assinaram a ficha de renúncia não poderão ser escalados para essas jornadas de São João. Através desta lista, faremos uma comunicação formal ao governo", Flaubert Queiroz, presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe).
Como afirmou Flaubert, o movimento começou no mês de outubro, mas só no mês começo de maio os delegados entregaram os plantões que excediam a jornada normal. De acordo com eles, a carga extraordinária, que inclui além dos plantões, operações e blitze, não estaria sendo devidamente remunerada.
Ainda de acordo com o presidente Adeppe, mais de 200 delegados já aderiram ao movimento no Estado. Agora, todos aguardam a negociação com o Governo do Estado.

MOVIMENTO PJES


Ofício Nº 059/2012                                                              
Recife, 24 de maio de 2012

Exmo. Sr. Chefe de Polícia

            O presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Pernambuco – ADEPPE, que abaixo subscreve, vem perante Vossa Excelência, em virtude da proximidade dos FESTEJOS JUNINOS, solicitar que osDelegados que preencheram os formulários de renúncia ou desistência do PJES e outras jornadas extraordinárias, encaminhados a Vossa Excelência através dos ofícios 30/2012 e 34/2012 NÃO SEJAM CONVOCADOS OU ESCALADOS PARA ATIVIDADES EXTRAORDINÁRIAS EM FESTIVIDADES JUNINAS OU AFINS durante o mês de junho do corrente ano, com base em decisão tomada na Assembléia Geral Extraordinária ocorrida no dia 02.04.2012, onde a Classe dos Delegados decidiu por abdicar de qualquer prestação de serviços extraordinários que não for remunerada de acordo com a Lei 10.466/90, em pleno vigor.
            Reiteramos que a referida decisão da AGE serve como supedâneo para que os Delegados que preencheram os supramencionados formulários ou venham a preenchê-los e entregá-los na sede da ADEPPE até o dia 30.05.2012, renunciem a participação de toda e qualquer escala de serviços extraordinários, inclusive operações de repressão qualificada.
           
             
            Respeitosamente
Flaubert Queiroz
Presidente
Exmo. Sr.
Chefe de Polícia Civil
Nesta.

Entenda por que o MILITAR é tratado como CULPADO até que se prove o contrário?



Esse é um assunto que aflige tanto a policiais militares quanto militares federais. Em sites jurídicos e foruns de discussão o assunto é amplamente discutido, mas prevalece ainda o princípio antigo, o militar é "punido" antecipadamente, sendo impedido de galgar postos ou graduações superiores pelo simples fato de ser indiciado como réu em processo criminal, e assim permanece até que todas as instâncias se esgotem.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

FORÇAS ARMADAS: REAJUSTE SOMENTE EM 2013!


 A AMARP, associação de militares inativos sediada no DF, divulgou em seu site que participou em 3 de maio, juntamente com representantes da APRAFA, de reunião no Ministério da Defesa. Transcrevemos abaixo o texto.
 Audiência das Diretorias das Associações AMARP-FFAA-DF e APRAFA antecipadamente agendada com o Senhor Ministro da Defesa, representado pelo seu Chefe de Gabinete, Ari Machado, na impossibilidade da presença do Ministro.
Foram tratados nessa reunião assuntos de interesses imediatos da Família Militar, entre eles:
1 .Reajuste salarial. O Sr. Genivaldo da Silva, Presidente da Associação de Militares da Ativa Reserva e Pensionistas das Forças Armadas, sustentou por 25 minutos as necessidades primarias pelas quais estão passando os Militares das FFAA, cujos soldos se acham aquém dos demais órgãos do Executivo, e inferiorizados em relação a Policia Militar e Civil do Distrito Federal.

Resposta: Sobre Reajuste nos informa o Sr. Chefe de Gabinete do MD, que existe um estudo no Ministério do Planejamento que esta sendo acompanhado pela Comissão do Ministério da Defesa onde informaram que neste ano de 2012 não haverá reajuste salarial, havendo possivelmente um reajuste em julho de 2013.

2. Cobrança do pagamento do reajuste dos 28.86% referente a Lei 8.622/93, já pacificada pelo STF, que determinou seja feito o pagamento pelo Governo Federal...
R. O Ministro Celso Amorim esta aguardando a resposta do Ministro do Planejamento que solicitou a planilha de calculo atualizada para fazer o ajuste no orçamento e que provavelmente também não sairá neste ano 2012. 
3. Foi solicitado o cumprimento do artigo 24 do decreto 667 de 17 de julho de 1969, que define a parte salarial das Forças Armadas.
(Art.24. Os direitos, vencimentos, vantagens e regalias do pessoal em serviço ativo ou na inatividade, das Polícias Militares constarão de legislação especial de cada Unidade da Federação, não sendo permitidas condições superiores às que por Lei ou Regulamento, forem atribuídas ao pessoal das Forças Armadas. No tocante a Cabos e Soldados, será permitida exceção no que se refere a vencimentos e vantagens bem como à idade-limite para permanência no serviço ativo)
R. Já tem ação julgada improcedente pelo STF de um Militar das Forças na qual o mesmo pedia a equiparação salarial com os dos PMs.


4. Foram cobrados do representante do Ministro da Defesa os motivos pelos quais a Medida Provisória 2.215-10 de 31 de dezembro de 2001 está tramitando no Senado federal há 12 anos sem que seja votada.
R. Depois daremos uma resposta.
5. Sobre o Projeto de Promoção dos Sargentos do Quadro Especial (QE).
R. O projeto já esta na Casa Civil pronto para ser encaminhado para a Câmara dos Deputados Federal.


6. Fizemos ver ao Sr. Ari Machado, representando o Sr. Ministro da Defesa que além do cumprimento das suas funções constitucionalmente definidas, as FFAA quando solicitadas pelo Governo Federal sempre se acham em condições de atender as solicitações seja de pacificação de favelas no Rio de Janeiro, a exemplo do Morro da Rocinha, Salgueiro e o do Alemão, quando nossos Militares correndo o mesmo risco de vida que Policias Militares, sendo que os PMs recebem treinamento para esse combate a marginalidade, e os Militares da FFAA são treinados para a guerra, Mas quando se fala de salários nunca tem verba para nos repor.

R. sem resposta  /Encerrada a Reunião.
Nossos cumprimentos a AMARP e APRAFA//
Obs: A AMARP empreendeu em 1 de março desse ano uma manifestação em Brasília reivindicando melhorias saláriais para os militares das Forças Armadas.
aprafadf@gmail.com / amar_mil@yahoo.com.br / ou pelo site www.aprafa.com.br
AMARP-FFAA-DF Tel. 61 3039 5164 / APRAFA Tel. 61 3965 2394 /Brasília oito de maio de 2012
Genivaldo da Silva Pres. AMARP-FFAA-DF. // Jair da Silva Santos Pres. Da APRAFA